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VALHEIM: reunindo amigos e forjando guerreiros

“Um guerreiro morto pela batalha, as Valquírias levaram sua alma para Valheim, o décimo mundo Nórdico. Cercado por criaturas do caos e antigos inimigos dos deuses, você é o mais novo guardião do purgatório primordial, encarregado de matar os antigos rivais de Odin e trazer ordem para Valheim.”

Disponibilizado em acesso antecipado em fevereiro deste ano, Valheim já chegou conquistando fãs de jogos de sobrevivência, como Dont´Starve Together 1 e 2, Raft, The Forest, Ark e outros.  O hype foi bem alto e as avaliações dos jogadores são muito positivas e agora que a empolgação em torno do jogo reduziu um pouco, decidimos jogar e entender se o jogo realmente faz jus.

O jogo está disponível como acesso antecipado mas ainda assim entregam tanta coisa que é difícil não considerar isso como um jogo completo. Melhor dizendo: isso é um early access de verdade em que você consegue explorar o mundo por horas sem que isso fique monótono.

Gráficos

Isso é ponto que deixa Valheim em muita vantagem em relação aos seus semelhantes: é um jogo muito leve e otimizado e não te exige uma boa máquina para ter acesso a essa experiência.

Usando os portais para viagem rápida

O preço do jogo é acessível (pagamos R$37,99) e não existem microtransações, o que causa uma boa impressão no jogador pela sensação de se estar pagando um preço justo por uma experiência incrível sem “pay to win“.

Criando o personagem e progressão

Antes de iniciar o jogo, seja usando servidores de amigos, da comunidade ou criando o seu próprio, você é convidado a customizar seu boneco e dar a ele um nome. As possibilidades de customização são limitadas (variam entre gênero, cor de pele e tipo e cor de cabelo e barba) mas isso não é demérito. Pense que conforme você for upando roupas e armaduras, o que você menos vai ver é o rosto do seu personagem.

Quando mais você upa, maior o nível de dificuldade de inimigos e de exploração, o que é um ponto positivo pois o jogador vai sendo cada vez mais desafiado.

Jogue com amigos

Você pode jogar com até dez amigos simultaneamente. Ainda, você pode jogar sozinho, fazer seus corres e visitar o servidor de outros amigos, onde você vai entrar com todos os seus itens.

A experiência de jogar Valheim com alguém é inexplicavelmente superior a de se jogar sozinho.

Missão suicida em busca de monstros no mar

Lá no nosso servidor já recebemos a ilustre visita de um amigo que tinha mais de 130 horas de jogo e chegou lá exibindo sua armadura reluzente e suas armas. Falta muito para chegarmos lá, mas permitir a “visita” de outros players foi algo bem legal.

Dia e noite

O jogo tem uma mecânica bem construída com efeitos do dia e da noite no personagem, sensações de frio e calor.

Se você estiver num ambiente fechado com uma fogueira, vai tomar dano por inalação de fumaça. Sentando próximo a uma fogueira, você estará confortável e aquecido e se estiver em um abrigo, ganhará “pontos” de conforto e descanso. Se estiver sozinho à noite num lugar escuro, sentirá muito frio. Se quiser dormir na cama, não poderá estar molhado e nem poderá ter inimigos por perto (afinal como dormir quando seu abrigo está rodeado de anões cinzentos?). É tudo equilibrado: nada disso trará mais dificuldade no jogo e vai, por outro lado, ajudar na imersão.

Achamos o mercador!

Aqui vai uma dica importante: defina logo seu assentamento e construa uma cama. Se estiver com quatro amigos, cada um faça a própria cama e marque. Seu lugar de renascimento será sempre ali.

Outra dica é que, antes de deitar na cama, retire a armadura para ter mais pontos de conforto.

Criamos um assentamento principal e a cada ponto do mapa que abrimos, criamos bases de apoio (para guardar itens antes de serem transportados para a base principal ou para ter camas e todos nós “nascermos” perto de onde estivermos morrido). A logística ajuda muito na hora de explorar, principalmente enquanto ainda não temos portais (que se assemelham ao “fast travel”.

Os portais, inclusive, não permitem serem atravessados com determinados itens, então vale a pena pensar numa solução alternativa para não perder itens valiosos.

Punição por morte

Um recurso muito bacana é a punição por morte: com esse sistema, uma das coisas mais polidas do jogo, você perde seu loot (que fica marcado por um totem no local e por uma caveira no mapa, nesse caso, se for a morte mais recente) e, morrendo, seu personagem

Reza a lenda que jogar Valheim sozinho equivale a jogar Dark Souls. Então, se você está bem do juízo, reúna seus amigos e compartilhe essa experiência.

São poucos bugs (e poucos mesmo se for comparar com jogos que não são early access). Às vezes seu boneco anda sozinho, às vezes o server desconecta mas isso não interferiu em absolutamente nada. O jogo é polido, é fluido e leve e a mecânica é tão intuitiva que raramente você vai se ver diante de uma situação sem ter a menor ideia de como sair dela.

Combate

Não é um jogo de batalhas mas combate é um dos principais elementos de jogabilidade. São inúmeros desafios enfrentados em todo canto de Valheim que você for. A animação de combate é muito boa, te dá satisfação nas lutas e a sensação de conquista.

Chame seus amigos, libere o dano entre os parceiros e treine suas habilidades de ataque (ataque primário e ataque secundário) e defesa. Isso vai ajudar muito quando estiver diante de inimigos loucos para te matar.

Exploração

Um dos pontos fortes do jogo, para mim, é a exploração. Estamos fazendo lives na Twitch e lá estamos registrando muita coisa: a exploração dos guardiões, as referências com paganismo nórdico, a floresta negra, a mágica que acontece apenas à noite e (ressalva aqui), trolls que não tem receio de andar na luz do dia.

Imagem de uma das dungeons espalhadas pelo mapa

São inúmeros recursos para se explorar também. De teste, peguei a picareta e simplesmente comecei a cavar com um espírito bem “Minecraft” e chegou uma hora que o jogo venceu e desisti de continuar a empreitada.

Construção

Os recursos e possibilidades de construção são inúmeros. Claro, você começa com itens básicos depois de construir a bancada (de apoio) e na medida que vai evoluindo a bancada e achando itens novos, as possibilidades de construção vão aumentando.

Um dos assentamentos criados por nós

Outra coisa legal na construção é a possibilidade de fazer reparos em itens danificados e de rotacionar livremente (360 graus) qualquer elemento construído. A única ressalva aqui é não ser possível mover itens construídos de local e para compensar isso, ao destruir o item que está num local que não deveria, é possível destruí-lo e recuperar todos os itens usados na construção.

Sobre a caldeira e a fermentação aqui estão coisas não tão intuitivas assim (mas que uma rápida consulta na Valheim Wiki já resolve o problema). Por exemplo, o carvão é um ingrediente (e recurso valioso para várias outras coisas).

Requisitos mínimos: o jogo não exige muito, o que é positivo:


Windows 7, Processador 2.6 GHz Quad Core, 8GB de RAM, Placa de Vídeo GeForce GTX950 ou Radeon HD 7970, 1GB de espaço disponível para armazenamento. 





As impressões, num geral, são muito positivas. Jogo acessível, mundo amplo, jogabilidade intuitiva e fluida e preço justo. Então se você curte jogos de sobrevivência, JOGUE VALHEIM e/ou acompanhe as nossas lives na TWITCH!




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