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Dragon Ball Super: Broly – Crítica

“Dragon Ball Super: Broly” chega como o melhor filme de Dragon Ball e mescla muito bem o passado com o universo atual de “Super”.

O filme conta com o envolvimento de Akira Toriyama, e talvez seja o motivo de ter ficado tão redondinho, seja no contexto temporal, ou na forma mesclada ao universo atual. Como uma continuação direta à Dragon Ball Super, vários elementos são citados, como o lapso temporal com o torneio do poder (último acontecimento do anime), personagens como Bills e outros, além de elementos não tão recentes ocorridos em Dragon Ball Z, como a mostragem de várias épocas e vilões como Cell e Buu. Paralelo a isso, vemos as formas “Super Saiyajin Deus” e “Super Saiyajin Deus Super Saiyajin” sendo corretamente aplicadas, o que agrada até mesmo os fãs que não acompanharam a saga até o cenário atual.

A maneira como o filme aborda o passado é essencial para o explicar todo o processo de desenvolvimento de Broly, mas talvez tenha sido colocada em tela de uma maneira levemente carregada. O interessante é como o filme coloca a questão dos fan services, ao mostrar personagens clássicos a todos os momentos do filme, principalmente no passado mais remoto de Dragon Ball, que faz com que os fãs simplesmente pirem ao ver a força especial Ginyu fazendo suas clássicas poses, os primórdios de Freeza e seu pai Cold, Zarbon, o rei Vegeta e todo o enredo relacionado à raça Saiyajin, entre outros.

As motivações para todos os acontecimentos do filme são reais, novos (e bons) personagens são incluídos à história, e tudo isso abre margem para uma continuação, que é o que se espera após um filme como este. O filme se mostra ainda mais interessante com a abordagem desses acontecimentos, assim como as dificuldades incluídas ao enredo, que faz com que Goku e Vegeta não estejam preparados para a batalha com as clássicas sementes dos deuses em mãos.

No que diz respeito à qualidade da animação, ela está suprema! Nunca antes foi tão belo ver uma simples transformação para Super Saiyajin, como também movimentos bem colocados e técnicas de lutas que enchem os olhos, assim como cenários mega diferenciados de tudo que vimos até hoje no que diz respeito à Dragon Ball.

As músicas são de arrepiar! Todavia, há quem possa confundir um pouco a forma “épica” que buscaram aplicar ao filme quanto às trilhas sonoras, já que existem epic songs cantados (insert songs) ao estilo tokusatsu, que citam gritos musicais como “Kamehameha Blaster”, que faz parecer que são os nomes dos ataques gritados pelos próprios personagens, quando na verdade se trata única e exclusivamente da música tema de batalha.

Este é o melhor filme de Dragon Ball, e supera facilmente o “Renascimento de Freeza” e “A batalha dos Deuses”, se tornando a maior obra de Dragon Ball nos cinemas. O filme continua mantendo a essência para fãs de longa data, até mesmo aqueles que não gostam da saga “Super” como sequencia, mas se mostra mais do mesmo, ainda que bem amarrado e constituído, com uma história bem desenvolvida.

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