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Crítica | Station Eleven – Série pós-apocalíptica é uma agradável surpresa da HBO Max

Sinopse

Station Eleven (Estação Onze) é baseado na obra de Emily St. John Mandel, e acompanha uma epidemia devastadora de gripe suína que extingue grande parte da humanidade. Décadas depois, os sobreviventes fazem o possível para reconstruir e reimaginar a vida em sociedade novamente. A historia acompanha Kirsten, que participa de uma trupe itinerante de artistas conhecido como Travelling Symphony, que através da arte fazem uma turnê anual passando por vários locais que na região dos lagos levando alegria e esperança num mundo pós-apocalíptico.

Station Eleven (Estação Onze)

Apesar de trazer uma narrativa bem parecida com o nosso momento atual, e ter investido num gênero de ficção pós-apocalíptica tão explorada e saturada nos últimos anos, a série lançada pela HBO Max, conquistou o publico e os críticos e recebendo 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série conta sua história de maneira cativante e intrigante, alternando momentos entre o presente e o passado, uma narrativa bem característica nas series da HBO, indo e vindo no tempo, mas sempre com uma transição suave sem quebrar a narrativa, emoção e o drama nos seus grandes momentos e clímax.

Mas Station Eleven não é uma ficção científica que se apega a pandemia e ao pós-apocalíptico, sendo essa temática apenas um cenário de fundo, a beleza da série é através das artes e sua importância para as relações na humanidade. A dinâmica entre os personagens e a leveza dos diálogos carregados de sentimentos e reflexões enriquecem cada cena, trazendo o peso que a serie se propõe, prendendo cada vez mais o espectador em sua narrativa.

Station Eleven
Estação Onze
Station Eleven
Station Eleven



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