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Crítica | O Chamado 4: Samara Ressurge

Nada é o que parece

Ressurgindo do poço, a franquia Chamado não é a continuação que você espera, até porque ela não é uma continuação. Calma, vou explicar.

Apesar do título numerar o filme, ele não é a continuação das três produções americanas, este é mais um capítulo da franquia estabelecida originalmente no Japão, em1995 quando “Ring” foi adaptado em um filme para a TV o livro de Koji Suzuki.  E foi em 1998, com o sucesso, “Ringu”, foi parar nas salas de cinema, com oito filmes tanto como sequência e prequel. E por aqui, a distribuição do filme decidiu estabelecer esse título talvez para trazer os curiosos que acompanharam os filmes ocidentais. 

“O chamado” é a versão imaginada para o ocidente, que em 2002 foi dirigido por Gore Verbinski, que com a mesma narrativa do original, era sobre uma maldição de um espírito preso em um vídeo de VHS, quem assistia receberia um chamado(telefonema) com aviso de sua morte em sete dias. Em 2005 teve uma continuação dirigida por Hideo Nakata, diretor responsável pelo original de 1998 e em 2017 a terceira parte da franquia já com outros protagonistas e sem nenhum sucesso entre os fãs do terror não tendo nem um vislumbre de continuidade.

Portanto, “Chamado 4” é na verdade “Sadako DX”, título original que também ao tentar se “renovar” ignora muitos conceitos originais da obra, deixando o VHS de lado para se apoiar em jovens usuários da internet com videos no YouTube em alta.

A trama tem como uma jovem jornalista que investiga sobre o famoso vídeo amaldiçoado, do espírito de uma jovem que surge para aqueles que assistem ao vídeo e leva suas almas embora. E o fato é que o filme parece ser uma grande pegadinha de tv, com cenas e atuações ridículas. Efeitos e momentos que parecem muito ter saído das esquetes do Ivolanda.

É de fato um filme ruim, e que pode causar vítimas, sendo praticamente uma “torta na cara” ou um momento de risadas com tamanha galhofa.

1/10

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