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Crítica – As Panteras


Uma nova geração de Panteras está de volta, já era de se esperar numa era onde nada se cria, temos aqui não tão somente um reboot mas uma continuação e uma ampliação do universo dos anjos do Charlie.

Dirigido e roteirizado pela Elizabeth Banks que também atua no filme nos traz uma história bem padrão de filmes de ação e espionagem, além de um humor extremamente atual e de referências, mas o grande trunfo de As Panteras é o fato de que é um filme feito de Mulher para Mulher. Esse que vos escreve, como homem, jamais conseguiria absorver 100% do filme, por mais que seja fã da franquia. Você ver todo o amor e o carinho de uma mulher na tela e principalmente na direção, mostrando mulheres fortes, independentes e sonhadoras!


“Mulheres, vocês precisam assistir As Panteras”

As três panteras em destaque dessa vez são Sabina, viva pela Kristen Stewart atuando muito bem por sinal, com um carisma jamais tido na saga Crepúsculo onde ficou conhecida. Naomi Scott, como Elena, que nos entrega as melhores cenas de comédia do filme e por fim Jane vivida pela atriz Ella Balinska que a meu ver é a grande revelação do longa. Essas são chefiadas pela nova Bosley vivida pela Elizabeth Banks que entrou no lugar de John Bosley vivido por Patrick Stewart, esse que se aposentou na trama do filme.


O Filme é divertido, com cenas de ação de primeira, possui alguns clichês mas nada que atrapalhe a experiência, é uma grande filme para se ver numa sessão da tarde com aquele pipocão e refrigerante! O filme com certeza deixou um gancho para continuação, porém acredito que dependa de como as coisas vão de acordo com a Bilheteria, tomara que consigam uma sequência pois me diverti bastante! Sirvo seis pãogeekeijos bem quentinhos para As Panteras 2019!

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