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Com Carinho, Kitty | Crítica

Com Carinho, Kitty: 

Séries de clichê adolescente é uma aposta muito correta da Netflix, pois realmente é algo que tem dado muito certo nos últimos anos. Após o sucesso da trilogia “Para todos os garotos que já amei” que acompanhou a história de Lara Jean e conquistou diversos fãs, desta vez trouxeram um Spin-Off acompanhando sua irmã mais nova, Kitty.

Se você está em busca de uma série curta, para ver em maratona, repleta de plost-twist mas que ainda trás aquele quentinho no coração, surpresas, e casal para shippar: “Com Carinho, Kitty” é para você!

Kitty e sua viagem

A história começa nos apresentando Kitty, que foi muito bem interpretada pela Anna Carthcart (A mesma Kitty dos três filmes que deram origem ao spin-off), viajando para a  Coreia com diversos objetivos: Se encontrar um pouco mais com sua mãe, sua história e origem, pois ela foi uma das únicas irmãs que não conviveu com ela, e encontrar seu namorado Dae, feito pelo Choi Min-Young.

O mesmo namorado que ela conhece no terceiro filme da trilogia, na viagem para Coreia que a família faz. Chegando na Correia ela começa a viver diversas tramas e descobrir segredos passados da sua mãe.

 A série faz muitas conexões com os personagens e a trilogia, citando por diversas vezes o nome da irmã, falando sobre a personalidade da Kitty nos filmes que enviou as cartas da irmã para os garotos e se intitula como “formadora de casais”, servindo como um verdadeiro fan-service para os fãs dos filmes.

Os personagens

Chegando a Coreia, nos apresentam diversos personagens, sendo eles:

Gia Kim, que faz a Yuri, uma personagem que foi muito aprofundada, pois o passado da mãe dela se conectava com o passado da mãe de Kitty! Além de ser uma personagem Lesbíca, que, inventa um namoro falso com Dae para agradar a mãe e família.

A personagem se envolve muito com Kitty, além da história com o namorado da protagonista, também descobrem diversas coisas e segredos sobre o passado de suas mães.

Toda protagonista, precisa de um amigo para te acompanhar nas loucuras e dar conselhos e quem faz este papel muito bem é o “Q” feito pelo Anthony  Cyrus Keyvan. O legal do personagem é que ele não é apenas “o amigo da protagonista”  mas tem sua profundidade, sendo LGBTQIA+, se envolvendo em um relacionamento com Florian (Théo Augier Bonaventure) tendo um conflito sobre uma trapaça feita pelo namorado na série, colocando em jogo sua moral e deixando em aberto o que ele fará com isso.

Os Casais e o Plost-Twist

Para quem gosta de casais, torcer e shippar seu favorito, a série não fica para trás.

A protagonista começa namorando Dae, mas ao longo da temporada ela é vista por Min Ho, feito muito bem pelo Sang Heon Lee. Eles começam como um enemies to lovers, desde a primeira cena no aeroporto, seguindo por diversas provocações durante toda a série.

Porém como um verdadeiro clichê, ele se apaixona por ela, mas é aí que vem o plost-twist e eu nunca imaginei que a série abordaria este assunto, ou entraria por este caminho, mas foi uma grande e grata surpresa: A Kitty, estava apaixonado na verdade pela Yuri.

Ela começa a observar ela no episódio da festa (6), e isso vai se desenrolando, fazendo a personagem se descobrir como LGBTQIA+ de uma forma completamente natural, como realmente tem que ser.

Muito se fala na internet com quem Kitty deve ficar na segunda temporada, que ainda não foi confirmada pela Netflix, porém tem muito arco em aberto para se resolver e desenrolar.

Kitty voltará para Coreia, o Min Ho se declarou para ela no avião, Yuri está com sua namorada Juliana, e Kitty ainda gosta… Muito arco em aberto que daria uma ótima segunda temporada para a série. E se você ainda não viu, confira o trailer abaixo: 

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