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A Queda: Crítica

NÃO! NÃO OLHE PARA BAIXO!

Sinopse da trama: Para as melhores amigas Becky (Grace Caroline Currey) e Hunter (Virginia Gardner), a vida é sobre vencer medos e ultrapassar limites. Mas depois de escalarem 2000 pés até o topo de uma torre de rádio remota e abandonada, elas encontram-se presas e sem saída.

Dirigido e escrito por Scott Mann, que para mim, até agora A Queda é o seu melhor trabalho. Com produção independente e distribuição da Lionsgate. Confira o trailer aqui.


Bem, vamos lá, A Queda não é um filme original, a vários filmes com a temática de sobrevivência, tensão, suspense de uma forma básica, no sentido de ser um único ambiente e poucos personagens como 127 Horas, Campo Minado e Até o fim.

Assim, com essa proposta é necessário um roteiro interessante o suficiente para explorar o risco e o perigo, articulando com uma boa narrativa para despertar o interesse no expectador.

Uma boa surpresa

O filme pode parecer simples, mas surpreende com doses de medo e adrenalina, onde em alguns momentos percebi que prendia a respiração. Entretanto, a parte negativa fica por conta de atitudes mal exploradas e não justificadas de forma absurda das personagens, mesmo o diretor que propõe realismo em seus trabalhos.

Em relação aos efeitos especiais, aqui devemos lembrar que é uma produção independente, então não espere algo excepcional, mas que entenda a sua limitação. Porém, não é algo que prejudica a sua experiência. 

O filme que mostra duas jovens presas no alto de uma torre de tv abandonada, sem sinal de comunicação, em 1hora e 50 minutos de duração, exige muita criatividade.

A tensão de saber como elas irão sair dali que te prende, na curiosidade e com a ambientação da vastidão e o isolamento das duas amigas que aos poucos vão sendo revelados traumas e relacionamentos do passado que induz elas a se entenderem e refletirem o que estão vivendo no presente.

Contudo, outro ponto negativo fica por conta dos diálogos, que em alguns momentos parecem terem sidos feitos cortes e colocaram alterações de possível intervenção do estúdio para reduzir a classificação indicativa do filme. Nos trechos de lembranças não desperta interessa pela família e os relacionamentos das protagonistas, mas a atuação das atrizes Grace e Virginia são o positivas.

Vale a pena?

O filme é uma opção interessante para quem gosta de adrenalina e suspense, e indico assistir em uma tela maior para terem a sensação do perigo da altura e uma noção de profundidade da vastidão.

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